Pensos rápidos criados com recurso a adesivos biodegradáveis e sustentáveis

Um novo tipo de penso rápido baseado em materiais orgânicos, sustentáveis e biodegradáveis foi recentemente adicionado ao mercado.

Estes tipos de adesivos biodegradáveis podem ser utilizados em pequenas feridas e aderem suavemente à pele, diminuindo a hipótese de reações alérgicas ou de sensibilidade na pele.

Os adesivos biodegradáveis fazem uso de colas que se quebram naturalmente, enquanto os adesivos sustentáveis podem quebrar em condições domésticas ou industriais dependendo da formulação do adesivo. Assim, uma das grandes vantagens da biodegradabilidade deste tipo de adesivos é a decomposição natural dos pensos rápidos após utilização, diminuindo o impacto ecológico para o ambiente.

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Mapeamento de produtos químicos potencialmente nocivos

No ano passado, a ECHA continuou o seu trabalho de mapear as substâncias registadas com o objetivo de identificar aquelas que necessitam de gestão de risco ou mais dados para verificação de perigos.

Assim, foram avaliados 250 produtos químicos de alto volume que ainda não tinham sido atribuídos a nenhum universo químico regulatório específico, sendo que 1300 produtos estão ainda para análise de necessidade de ação regulatória. Este progresso está em linha com o objetivo da ECHA de avaliar todas as substâncias registadas até 2027.

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Utilização de adesivos e selantes para manter a sua casa quente

Adesivos e selantes sensíveis à pressão podem ser uma solução de resposta rápida para lidar com o frio que entra em sua casa através de rachas, lacunas e portas/janelas mal ajustadas no Inverno.

Por exemplo, a utilização de um selante de calafetagem para vedar lacunas e rachas em janelas e portas é de fácil aplicação, garantindo precisão e o melhor desempenho durante o maior período possível. Outra alternativa é utilizar fitas adesivas sensíveis à pressão produzidas especialmente com o objetivo de reduzir estas lacunas.

Assim, é possível devolver o calor e conforto à sua casa e reduzir perdas de energia.

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Polímeros: Definir um sistema de notificação

Atualmente, os polímeros não precisam de ser registados sob o Regulamento REACH, porém existe a possibilidade de ser feita uma alteração no tratamento de polímeros que pode resultar na inclusão dos mesmos nos requisitos de registo.

Desta forma, a Comissão Europeia poderá solicitar à indústria a notificação de informações relativas a determinados polímeros. Caso isto aconteça, a notificação poderá não se aplicar apenas a polímeros que precisam de ser registados, mas também a todos os que estão disponíveis no mercado. Uma vez que o REACH apenas exige informações para substâncias registadas, é importante definir um sistema de notificação de polímeros.

Consulte aqui o folheto explicativo elaborado pela FEICA disponível em português num trabalho desenvolvido em cooperação com a APCAS.

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Vestuário: Adesivos essenciais para a colagem de diversos materiais

Com o intuito de utilizarem materiais mais macios e flexíveis, indústrias de vestuário como a desportiva, médica e calçado começaram a utilizar adesivos nos seus processos de fabricação.

Adesivos das categorias hot melt, dispersão e pó estão a ser desenvolvidos para aplicações específicas como para vestuário de atividades ao ar livre e batas cirúrgicas ou de proteção.

Assim, a quantidade e os tipos de materiais flexíveis utilizados diferem consoante o tipo de roupa a ser produzido. Por exemplo, batas cirúrgicas precisam de ser resistentes à hidrólise e esterilização enquanto que as batas de proteção têm de ser resistentes a produtos químicos e inflamáveis.

No entanto uma característica bastante procurada é a laminação permanente de camadas de materiais muito diferentes que ao utilizador final parece um único material, assegurando que a roupa permaneça seca, quente e confortável.

Baseado em artigo da Adhesives.org