Setor automóvel: Tomadas de decisão para vedação bem-sucedida de juntas form-in-place

Selantes de juntas form-in-place (FIPG) estão bem estabelecidas no setor automóvel para aplicações que requerem vedação como cárteres de óleo e sistemas de transmissão e refrigeração. No entanto, as inovações no design automóvel têm levado a mudanças substanciais na forma como os FPIGs são utilizados atualmente.

Os processos estabelecidos pelas gerações anteriores para este tipo de projetos e materiais muitas das vezes já não são aplicáveis e FIPGs com base em silicones RTV vão ganhando destaque nesta indústria. Por exemplo, silicones RTV são um dos pilares na vedação de compartimentos de baterias e painéis de acesso em carros elétricos.

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Vantagens “pós-cura” para elastómeros de silicone e adesivos

Utilizar o processo “pós-cura” para borrachas de silicone pode ser considerado um processo do passado, mas não o é!

Fabricantes de equipamentos originais (OEMs) têm vindo a descobrir que a pós-cura pode adicionar valor de utilidade a determinadas aplicações. Porém para determinar se este processo é a melhor opção, é importante entender o que acontece durante todo o processo, as vantagens que oferece e as principais práticas recomendadas.

Assim, o processo pós-cura oferece inúmeras vantagens para diversas aplicações como por exemplo a alteração das propriedades do material, remoção de subprodutos evitando a desgaseificação e redução de tempo do ciclo de moldagem.

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Sugestão de gestão de risco imediata para 300 produtos químicos perigosos

A ECHA publicou recentemente o quarto relatório no âmbito da sua Integrated Regulatory Strategy que demonstra progressos consideráveis na aceleração do ritmo a que as ações regulamentares são identificadas para substâncias que suscitam elevada preocupação.

Em 2021 foram finalizadas as avaliações de mais de 1900 substâncias, a maioria agrupadas com base na sua semelhança estrutural, equivalendo a mais 30% do que em 2020. Cerca de 300 dessas substâncias requerem medidas de gestão de risco imediatas, enquanto 800 não requerem medidas adicionais. As restantes 800 substâncias necessitam de mais dados, esperando-se que cerca de 350 passem para a gestão de riscos no futuro.

O relatório da ECHA destaca também um aumento acentuado de substâncias que necessitam de classificação e rotulagem harmonizadas (CLH), triplicando o número em relação a 2020.

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Guia para avaliação de status de adesivos em contacto com alimentos contendo hidrocarbonatos de óleo mineral

O grupo de trabalho Paper & Packaging Working da FEICA publicou recentemente um guia que pretende apoiar os produtores e utilizadores de adesivos para garantir que estes sejam seguros aquando a aplicação pretendida.

Este guia fornece esclarecimentos sobre a avaliação do risco de migração de MOH (hidrocarbonatos de óleo mineral) de adesivos e, onde a testagem é necessária, realiza a testagem e avalia os resultados. No final do documento está também disponível um esquema para ajudar os utilizadores a avaliar os adesivos conforme a aplicação pretendida.

Consulte o guia na íntegra aqui.

Adesivos sem solventes ganham popularidade

O crescente interesse e consciência em relação às questões ambientes está a impulsionar o aparecimento de novas tecnologias na indústria de adesivos.

Assim, os adesivos sem solventes estão a tornar-se cada vez mais populares, contribuindo para um futuro mais ecológico e seguro para o utilizador com um impacto ambiental reduzido. Mas o que é considerado um adesivo sem solventes?

Para que os adesivos sejam isentos de solventes, estes não devem conter mais de 5% de solventes. Portanto, diversas tecnologias têm sido desenvolvidas para reduzir ou eliminar o teor solvente dos sistemas como: colas sem solventes, adesivos hot melt e de alto teor de sólidos, bem como sistemas à base de água.

Indústrias como automóvel, mobiliário, embalagens, papel, têxteis e calçado já utilizam este tipo de soluções adesivas de baixo teor de solventes.

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Workshop: Gestão de substâncias químicas com programa ZDHC

Realiza-se no próximo dia 6 de julho em São João da Madeira, o workshop “Gestão de substâncias químicas ZDHC (Zero Discharge of Hazardous Chemicals)”, promovido pelo CTCP – Centro Tecnológico do Calçado de Portugal.

Este workshop pretende dar a conhecer o programa ZDHC que visa eliminar o uso de produtos químicos perigosos em toda a cadeia de abastecimento. A implementação deste programa implica cumprir com as exigências da Lista de Substâncias Restritas no Fabrico (MSRL) e avaliar a descarga de produtos químicos perigosos em águas residuais.

Durante o workshop terá oportunidade de assistir a uma sessão sobre “Novos desenvolvimentos de adesivos em calçado”.

Inscrições gratuitas, mas obrigatórias aqui.

Exemplos práticos que demonstram a utilização de precursores poliméricos

No contexto do registo de polímeros, está a ser considerada uma possível isenção para precursores poliméricos. Assim, a Comissão Europeia está a propor uma isenção para precursores poliméricos tratados como intermediários sob o REACH.

A FEICA elaborou uma apresentação com quatro exemplos práticos onde pretende demonstrar que os precursores poliméricos podem ser utilizados em segurança sob condições adequadamente controladas sem causar danos para os seres humanos e meio ambiente.

Os exemplos abrangem: espuma monocomponente (OCF); vidros diretos (colagem de para-brisas em carros); laminação de substratos flexíveis com adesivos reativos de poliuretano (PU); e silicones líquidos de dois componentes para vedação.

Consulte a apresentação na íntegra aqui.

Indústria de Adesivos e Selantes: Foco em investigação e desenvolvimento

No mundo atual em que as sensibilidades e tendências dos consumidores estão em constante mudança, a investigação e desenvolvimento nunca foram tão importantes para a indústria de adesivos e selantes.

Assim, as empresas devem continuar a desenvolver novos produtos e comercialmente viáveis para facultar soluções necessárias para a evolução da sociedade. Embora os constrangimentos dos últimos dois anos tenham representado obstáculos significativos aos esforços de investigação e desenvolvimento.

A revista Adhesives & Sealants Industry questionou recentemente diferentes stakeholders do setor de adesivos e selantes para perceber como as empresas estão a avaliar as diversas questões envolvidas com investigação, soluções potenciais e como garantem o foco na inovação.

Leia as respostas aqui.

Adesivos e selantes: Papel fundamental no caminho de transição ecológica no setor da construção

A sustentabilidade no setor da construção tem vindo a receber atenção substancial na União Europeia como consequência tanto da escala absoluta deste setor como da sua participação na utilização de materiais e emissões de gases de efeito estufa na Europa.

Iniciativas legislativas recentes como o Pacto Ecológico Europeu incluem também o setor da construção com disposições específicas, abrangendo todos os níveis desde edifícios inteiros a elementos de construção e a materiais utilizados para a sua produção e instalação.

Assim, o desempenho ecológico dos adesivos e selantes utilizados neste setor é de grande interesse e apresentam inúmeros benefícios de sustentabilidade. Por exemplo, quando utilizados no fabrico de produtos de construção ou na construção de um edifício, estes podem ajudar a melhor a eficiência energética e permitir a eficiência dos materiais através da redução de materiais e da utilização de materiais mais sustentáveis.

Consulte folheto explicativo da FEICA aqui.

Webinar: Business impact of the REACH revision on the A&S Industry

Realiza-se no próximo dia 17 de junho webinar da FEICA dedicado ao impacto comercial da revisão do REACH na indústria de adesivos e selantes.

Esta sessão irá promover a compreensão das oportunidades e desafios ligados à Estratégia Química para a Sustentabilidade da Comissão Europeia em geral e a revisão do REACH em particular. Pretende-se também preparar as empresas para as mudanças futuras e dar indicações claras do impacto esperado para o seu negócio.

Alguns dos outros tópicos que irão ser discutidos incluem o registo de polímeros, a introdução de um fator de avaliação de mistura (MAF), requisitos de relatórios obrigatórios para utilizadores a jusante e a extensão da abordagem genérica para a avaliação de risco.

Este webinar é exclusivo para membros da FEICA e todos os associados da APCAS.

Mais informações e inscrições aqui.